Empreendedorismo & Activismo Social

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Adeus 2015 e Muito obrigado!

A menos de 48 horas de te ires embora, o meu sentimento é realmente inexplicável. Por um lado, um aperto bem no fundo do meu coração, ao saber que já me vais deixar sem que eu tenha cumprido a 100% todas minhas promessas, mas por outro, me enchendo de contente pelo facto de te ter conhecido na plenitude e acima de tudo de me teres oportunado teus sabores e dissabores, pelo que desde já, vai a minha profunda gratidão.
Sei que no mesmo período do teu antecessor 2014, prometi me tornar não apenas em mais um passando por ti, mas sobretudo em alguém que pudesse fazer diferença social em minha volta de forma que gritasse para mundo de tanto orgulho por ti. Contudo, tu mesmo me fizeste compreender que a vida não é uma linha recta. Vezes se parece com um troço rodoviário, por exemplo de Maputo a Inhambane (Sul/Norte), em que nalgum momento a estrada aparenta desviar para oeste ora este, no entanto porque o destino já está definido que é o Norte lá chega.
A diferença está no facto de que, enquanto no percurso (Maputo/Inhambane) já se tem conhecimento e certeza da sinalização, na vida a sinalização vai ser o conjunto de experiências sejam próprias ou de outros, sendo que a certeza do destino vai depender a 100% da filosofia da viagem (objectivos, metas, compromisso e responsabilidade).
Vários foram os momentos que realmente não importa fazer referência neste espaço, contudo certo estou de que cada um deles entre prazeres e lições, serviu de alicerce para o que sou no presente. Sei que errei muito, seja contra mim, como para com os meus próximos e conhecidos, pelo que peço perdão a todos, pois preciso desse perdão para que poça avançar. De entre tantas lições, ganhei realmente noção de que pés embora mais difícil de se alcançar, o lucro é melhor que o salário, ao que desde já no seu sucessor 2016, prometo tornar a SOI, Lda., uma realidade e referência.
Obrigado 2015; Obrigado meu eterno pastor (Deus todo poderoso) pela sua clemência, perdão e perseverança por esta tua ovelha ora perdida, ora presente, contudo sempre sua. Obrigado família, amigos e os demais pelo suporte. Para os que desapontei, peço mais uma chance, pois preciso do vosso carinho para que possa retribuir em dobro fazendo o nosso mundo ainda melhor. E para os que em mim ainda acreditam, que continuem, pois a minha presença humana depende disso.
E para todos: que não parem de sonhar, o céu é realmente o limite. Procurem afugentar todos medos e façam de todos momentos da vida experiências para acrescerem o vosso ser. O julgamento e a respectiva sentença, só acontecerá no último piscar de cada um, pelo que procurando ser melhor, não tenham medo de errar, apenas aprimorem a humildade, a força, coragem, fé e perseverança.
Feliz 2016 para vocês; Adeus 2015 e muito Obrigado

domingo, 29 de novembro de 2015

Uma vez…me apaixonei!


Acontecera no passado, razão pela qual tenho certeza do sentimento descrito pela temida última palavra do título. Na verdade quando te conheci, nem eu, muito menos tu, esperávamos que aquele dia pudesse criar encontros. No fundo, tais encontros não foram fáceis, para ser sincero. Após uma óptima conversa de dois estranhos um para outro, no entanto aparentemente conhecidos, foi que como obrigatório a troca de contactos telefónicos no final, pelo que tinha da minha parte também uma obrigatoriedade de entrar em contacto. Lembro-me que foi depois de muita insistência, se não até ameaça que teclaste “OK” no teu telefone, para posteriormente começamos a comunicar um com outro. 
Levou também relativamente tempo para não dizer foi difícil, até surgir o nosso primeiro encontro, após bastante insistência da minha parte, obviamente. Por alguma razão, de estranhos passamos a dois próximos ligados por motivos subjectivos. No passado ouvira alguém dizendo que “o tempo dita o futuro”. Pela primeira vez, oportunei-me do tempo definindo um caminho em minha vida. Tratava-se de um caminho rumo a paixão. Confesso, foi depois de árduo “trabalho”, contudo, como se diz, tudo aquilo que se persiste em fazer, torna-se mais fácil, não pela alteração da sua forma natural, mas pelo aprimoramento da nossa capacidade em realiza-la. Ou seja, a cada dia contigo, cada conversa, fui descobrindo algo em comum, sendo que de uma hora para outra estávamos numa relação confusa distinta de uma simples amizade, no entanto, também numa possível paixão não assumida ou talvez ignorada.
Penso que teria sido esta confusão, que no equilíbrio entre o que tínhamos em comum pesou mais, tendo por isso, dado lugar a um momento de silêncio da minha parte, sem contar que encontravas-te no momento em uma relação mal parada. Lembro-me que neste último dia antecedente ao silêncio, tu me terias dito que “não podemos ter tudo na vida”, afirmação que não teria colhido simpatia da minha parte, dado que sou um homem bastante sonhador, aliás tu mesmo no mesmo dia o disseste. “Sonhador”, porque, tudo que desejo é possível. Não vejo limites, se não até ao Ceu, como o rapper BIG inteligentemente o dizia.
Como te teria revelado após o reencontro, sofri muito durante o período de silêncio, afinal de contas já fazias parte da minha vida. O reencontro foi tao empolgante, que em pouco tempo já havíamos mergulhado numa relação emotiva e recheada de ilusões. Contudo, como por ca se diz, tudo que é bom, pouco dura, os desentendimentos não tardaram chegar.  
Bem..., sei que não é este o momento, muito menos o espaço. Contudo, verdades que sejam reveladas. Por ti me apaixonei, se bem que a ti nunca tinha escondido. Como anteriormente, o disse, já havia-me apaixonado antes, não obstante, tu foste diferente, pelo que és a única pessoa licenciada a ocupar um espaço eternamente em mim. Talvez soe estranho para alguns, porém, contigo, carrego comigo não apenas simples lembranças, mas grandes lições.
Reconheço que chegaste num ideal momento. Quando me integrava na escola da vida, apareces tu como uma disciplina, pés embora não assumida ou talvez desconhecida. Por meio de ti aprendi muito, não o digo aqui simplesmente porque os frutos estão ainda a caminho. Mas, tu foste, não sou um tipo de mulher difícil, mas um grande desafio para mim, que deixa em mim grandes aprendizagens.
Já agora, em relação ao primeiro silêncio. Acabara eu de me mergulhar numa crise financeira após negócios muito mal parrados, quando apreces-te a afirmar que não podíamos ter tudo na vida e que eu era um grande sonhador, num momento em que mais queria ouvir palavras de consolo e de incentivo. Foi na sequência disso, que decidi-me afastar de ti, como forma de me proteger com vista a me reorganizar.  E em relação ao segundo “silencio”, este deve-se ao racionalismo, legado da escola formal.
Entretanto, tudo isso não importa, pelo que não importa também, um possível reencontro, apenas, fique sabendo que tu és uma grande mulher. Sem dúvida, que qualquer homem, deseja ter, seja onde queres que estejas, com quem estiveres desejo que sejas muito feliz, mas muito feliz mesmo. Não te peço que me perdoe pelos possíveis erros ou danos que lhe tenha causado, mas que nunca deixe que homem algum, arrende sem pagar um espaço dentro de ti. Fique sabendo, que fico muito feliz, em saber que terás lido e muito obrigado por isso. Muito obrigado também, pelos simbólicos momentos contigo!
Até mais!

domingo, 4 de outubro de 2015

Que significado tem para “vocês” o 4 de Outubro?

Tinha apenas 4 anitos quando, o calar de armas de fogo se fez sentir na mãe pátria moçambicana, depois que os dois beligerantes armados decidiram sentar a mesma mesa, quando “supostamente” entenderem que a vida humana era maior que suas respectivas diferenças! Dada a idade, não me lembro completamente de nada relacionado a este grande marco para vida de milhares de moçambicanos outrora entregues ao abismo de líderes gananciosos.
No entanto, como resultado do simbólico aperto de mão na capital italiana Roma, pude ter educação formal, onde não apenas aprendi o abecedário, mas também o significado daquele abraço bastante aplaudido entre o então Presidente da República e o líder do maior partido da Oposição em Moçambique.
Passadas hoje duas décadas, são indiscutíveis os frutos do 4 de Outubro de 1992. Para além de apenas poderem viver em PAZ, os moçambicanos têm o direito constitucionalmente consagrado de escolherem democraticamente seus dirigentes, tendo por isso já o feito por cinco vezes a ainda desfrutam de um crescimento económico considerável.
Contudo, algo me diz que o 4 de outubro não passou para vocês de mero acontecimento simbólico. Não obstante, não me importam suas posições, níveis académicos, raça, religião, muitos menos vosso poder, apenas quero VIVER EM PAZ. Não me lembro de implorar alguém para me governar, pelo que são todos livres de o deixarem quando entenderem que não reúnem devidas condições para o efeito. Não me importam suas leis, vossas lembranças históricas hipócritas, apenas quero VIVER EM PAZ.  
Até quando milhares de moçambicanos viverão sobre vossos desequilíbrios emocionais? Até quando moçambicanos filhos de Deus viverão condicionados pelos vossos pactos com o diabo? Não vos basta o clamor de nossos problemas sociais, consequentes de vossas decisões egoístas?
Cada ser humano nascido neste território é desde logo proprietário de porção do mesmo. Porque se intitulam donos absolutos? Não escutaram o que foi dito, que cada um irá ao destino final do mesmo jeito que cá chegou? Porque materialismo acima da vida humana?
Não peço que a Deus vos abençoe, pois sua bênção não tem efeito para seres imbuídos de espíritos malignos tal como vocês se apresentam, apenas que ilumine e proteja cada moçambicano inocente das vossas ações e decisões macabras.         
Que este 04 de Outubro não seja apenas caracterizado por vossos discursos patéticos e violentos, mas sobretudo por uma reflexão profunda sobre a PAZ e LIBERDADE que deve conduzir cada moçambicano a uma vida replecta de bem-estar.
Feliz 04 de Outubro Moçambique!    


domingo, 26 de julho de 2015

Perdoe me Pai!


Lhe faço este pequeno escrito de uma região chamada Moçambique, situada na costa sul oriental, de um continente denominado África. Desfrutando de uma paz e tranquilidade invejáveis, pois recebo relatos de regiões/países onde o roncar das armas fala mais alto que a harmonia e o entendimento entre crias suas, que enganados pelo diabo lutam entre si colocando em risco o maior dom divino, a vida.
Em plena tarde do seu dia sagrado, me encontro sentado numa cadeira rolante, frente uma máquina denominada PC (Personal Computer), inteligentemente inventada pelo Homem. Acompanhado de uma chávena de café, para espantar o frio que hoje se faz sentir e de uma música ao meu perfeito gosto.
Estou sentado, porque efectivamente consigo me levantar. Lhe escrevo usando o meu personal computer porque tive a oportunidade de aprender a usar este dispositivo e ainda tenho os devidos membros (dedos) para o efeito. Escutando música porque felizmente posso ouvir. Parei um instante para receber uma chamada de um amigo por meio de um dispositivo chamado telefone móvel que pretendia saudar-me, pude não só ouvi-lo mas também falar, pois felizmente sei falar e rimos, dado que temos mais motivos para rir que para o contrário.
Me encontro, sacio na medida em que tive alimentação não somente para enganar meu faminto estômago, mas sobretudo condigna, na verdade para lhe ser sincero, mesmo envergonhado disso, nunca passei fome. Em menos de 12 horas de tempo, estarei no meu local de trabalho onde mais do que contribuir com o pouco que sei, aprendo a saber fazer e a criar novas relações humanas. Vou ao trabalho porque felizmente sou empregado.
Enquanto lhe escrevo, da minha lista musical, tocou uma das minhas músicas preferidas, levantei e dancei. O fiz sem dificuldades, pois possuo as minhas duas pernas. Não me entristeço quando alguém procura saber dos meus pais, pois ainda os tenho vivos.
Posso dizer mano ou mana te amo, porque felizmente os tenho. Há dois dias atrás recebi um convite especial de um amigo a participar de uma cerimónia muito importante sua. Fui por ele escolhido, porque realmente sou um amigo, e igual a ele tenho muitos que comigo partilham suas vidas. A última vez que estive em um hospital, visitava um ente querido, pelo que gozo de uma saúde única e simplesmente perfeita. Tive não só oportunidade de aprender a escrever e ler, mas também de alcançar um nível académico suficientemente bom.
Faço estas (acima mencionadas) e muitas outras coisas porque estou efectivamente vivo. O pai ainda me concede muitas chances de puder fazer valer o maior dom do universo, a vida. Peço perdão, simplesmente porque sou ingrato.
Sou tão ingrato que várias vezes me vejo reclamando da minha vida como se tivesse algo maior que “ela”, enquanto diversos cemitérios espalhados por esta terra, se enterram corpos de pessoas que fariam qualquer coisa para estar no meu lugar. Reclamo do meu governo, que felizmente tenho, enquanto certas comunidades se encontram desgovernadas e sem rumo, depois que seus líderes se viram fazendo pactos com o diabo (ganância).    
Escrevo isto e poderei posteriormente publicar e partilhar com os demais próximos, pois meu país goza de liberdade de expressão, um grande “tabu” por certas partes deste mundo, onde milhares de vidas são interrompidas quando de diversas formas tentam se expressar.
Sou feliz, mas ignoro. Amo, mas não reconheço. Ao invés disso me escondo por de traz da sombra do espirito mau (orgulho e egoísmo), que enganosamente vai me tornando quadrado.
Me perdoe Pai, porque não honro minha família, meus amigos e todos meus próximos. Me perdoe, porque não sei conjugar o verbo amar na primeira pessoa praticando. Me perdoe Pai, porque várias vezes coloco pedras por cima da mensagem por si enviada por meio do seu filho Cristo, que felizmente tive a oportunidade de receber.    
Me perdoe por não saber dizer Obrigado. Um simples obrigado, pela vida, pela família, pela alimentação, pela companhia, pela saúde, pelo vestuário, pelo transporte, pelo trabalho, pela criactividade, pelos projectos, enfim, por este mundo maravilhoso que me rodela.
Me perdoe Pai!

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Não é o que NÃO SABEMOS que nos enfraquece, mas exactamente o que SABEMOS!

Faz muito tempo que não escrevo para este espaço. Não o faço simplesmente porque não consigo. Não consigo escrever! Já havia dito num texto publicado em Janeiro de 2012, que Adoro Escrever! Encontro na simples arte de rabiscar textos, dentre tantos, dois distintos prazeres: por um lado, o poder de exercitar e explorar a mente, não só pela viagem no espaço, mas também pela diferente conjugação de palavras que se tornam em frases dando certo sentido ao propósito, permitindo alargar crescentemente a esfera do meu conhecimento, e por outro, a oportunidade de gozar da liberdade de partilhar o que por diversas formas me toca a alma.
Uma das extraordinárias vantagens da arte de escrever, provém da leitura. Para escrever preciso de ler, e o tenho feito com regularidade. Contudo, simplesmente não consigo escrever. Por isso me cai por dentro uma forte dor de não poder usufruir de uma das grandes paixões e prazeres da minha vida. Me frustra pelo facto de saber que gosto escrever, possuo todas ferramentas para o fazer, mas mesmo assim Não Consigo Escrever.
No seu livro “Secrets of Millionaire Mind ” Harv Eker, mostra de forma profunda e inteligente como aquilo que já se sabe influencia o rumo que a vida de cada um toma, ou seja, para ele não é o que não se sabe que constitui obstáculo para o alcance dos objectivos pretendidos, porém exactamente o que se sabe. E eu concordo plenamente com Eker.
Em outras palavras, quero dizer que apesar de muitos de nós nos lamentarmos de problemas e fracassos, a partir do momento que ganhamos consciência de uma certa inquietação ou problema, ao mesmo tempo está diante de nós a solução. Infelizmente, no momento devido a dor que sentimos do problema nos cegamos as soluções.
Como o psicólogo e escritor brasileiro Augusto Curry, afirma, a nossa mente é constituída por janelas ou arquivos de informação, pelo que quanto mais janelas abertas, melhor a capacidade de responder a diferentes questões e situações do quotidiano. Essas janelas podem ter informações do bem ou do mal. Todo tipo de sentimento que cada um tem, é sempre resultado de certa informação arquivada em sua mente. O amor que se tem por determinada pessoa é resultado da informação que se tem sobre essa mesma pessoa. O mesmo acontece com ódio, resultado de uma má informação arquivada, talvez porque alguém nos ofendeu ou nos faltou respeito, então sempre que nos cruzamos ou nos lembramos dela, automaticamente informação arquivada vai determinar o nosso mau comportamento perante essa pessoa. Dai importância da capacidade de gerenciar pensamentos, ou seja pés embora a informação arquivada, a extraordinária mente humana ainda é capaz de bloquear o desnecessário ou prejudicial.
Não obstante essa possibilidade de podermos dizer Não ao que nos faz mal, muitos de nós nos vemos presos por detrás de nossos hábitos, medos, regras sociais ou ainda familiares. Quão difícil é gerenciar pensamentos! Quão difícil é bloquear sentimentos que nos fazem mal!
Quantas vezes nos vimos levando nossos inimigos junto connosco a cama? Quantas vezes perdemos o prazer durante o dia inteiro só porque o/a parceiro/a não nos atendeu a chamada? Quantas vezes deixamos que desconhecidos roubassem nosso sorriso durante horas ou até mesmo dias?
Será que nossas emoções estarão mais protegidas que nossos bens materiais?
Muitos jovens e adolescentes muito cedo, vêm inconscientemente suas esperanças de viverem amorosamente felizes, roubadas pelos parceiros que os teriam magoado no passado. A dor e o ódio os cegam ao futuro. Não se vêm vivendo sem esta ou aquela pessoa ao seu lado, sem este ou aquele bem, sem este ou aquele emprego. A dor e o sentimento de revolta se transformam num medo de adquirir novas experiências na vida. São novos fisicamente, mas bastante velhos espiritualmente. Tão cedo desistem de seus sonhos depois que experimentaram decepções.
Na verdade, como Curry, diz e muito bem. Muitos não têm motivos para lutar. Já dizia Jim Rohm, que o segredo para o sucesso, é a existência de uma forte razão. Já vi muitos jovens se tornarem em pouco tempo pessoas maduras, depois de enfrentar e superarem grandes dificuldades. Um jovem desempregado que engravida sua namorada está mais apto em procurar e encontrar emprego rapidamente. Infelizmente, para muitos, as razões surgem em momentos difíceis, pois não têm objectivos enraizados.
Muitos limitam-se apenas no que os seus olhos vêm. A sociedade moderna, evoluiu tanto que para se sair bem na vida, não basta ser bom, é preciso ser excelente, brilhante e diferente. “Se usarmos os caminhos já traçados, iremos alcançar apenas onde os outros chegaram”. É preciso usar os Olhos para ver o físico, a Mente para ler os pensamentos alheios e o Coração para contemplar as emoções.
As suas emoções são o seu guia diário, jamais as deixe desprotegidas. Mantenha a cabeça sempre erguida. Se caminhares olhando para baixo, mundo estará reflectido apenas no tamanho de cada passo seu. 
É possível gerenciar melhor os seus pensamentos. É possível tornar o conhecimento que se tem numa real arma de sucesso. Não precisas de aprender novo vocabulário para se tornar eloquente, apenas usar de forma inteligente aquele que se tem. Para muitos, como defende Jim Rohm, só depois que tiverem dinheiro é que vão pensar em ter um plano de finanças. Contudo, é preciso SER antes de TER. Não espere comprar um livro na livraria para começar a ler, não espere ter salário para ter plano de poupança.
Não receie ser diferente. Cada um tem algo dizer e a deixar neste universo. Mas para tal é preciso ter um propósito claro de vida. Qual é o seu? Descubra aprendendo sempre. Seja sempre estudante, e nunca apenas seguidor. Não faça somente o que os outros fazem, aprenda e sinta como os outros fazem. 
Vejo muitos seguindo filósofos, pensadores, estudiosos, famosos de referência, mas será que o fazem por que estes têm influências nas suas perspectivas de vida ou apenas porque os outros o fazem.
Questionem sempre para poder aprender melhor. Aproveite seu conhecimento. Não deixe o que sabe construir seu fracasso.   

segunda-feira, 11 de maio de 2015

As fórmulas do fracasso e do sucesso!

Texto subtraído do livro “The Five Major Pieces to the Life Puzzle” de Jim Rhom

De acordo com Jim Rhom, o fracasso não é um evento solitário ou único. Nunca se fracassa de uma noite para outra. O fracasso é inevitavelmente a acumulação de escolhas e pensamentos pobres. Em outras palavras, o fracasso não é nada mais que o resultado de pequenos erros repetidos diariamente.
Mas porque alguém seria tão louco e redículo de cometer erros de forma repetitiva todos dias? Para Rhom, a resposta para esta questão é simples: a pessoa não acha que isso realmente importa.
Para muitos de nós os actos diários não aparentam ser importantes. Um pequeno descuido, uma pobre decisão ou uma hora perdida durante um dia não tem um impacto mensurável. E por tantas vezes escapamos das consequências imediatas dos nossos actos.
Se alguém não tiver lido um livro nos últimos 90 dias, esta falta de disciplina não parece ter impacto na sua vida. E se nada de drástico acontece nesses primeiros 90 dias, os repetitivos erros continuarão pelos 90 dias seguintes e assim sucessivamente. Mas porque isso acontece? Pela mesma razão já afirmada anteriormente, simplesmente não importa.
Aqueles que se alimentam de forma não adequada contribuem para futuros problemas de sua saúde, no entanto, o prazer do momento ofusca as consequências do futuro. E aparentemente não importa. Aqueles que fumam ou consomem álcool de forma exagerada, fazem essas pobres escolhas ano pós ano, pelo facto de simplesmente não importar no momento.
Contudo, a dor e o arrependimento como resultado desses erros, apenas tem efeito no futuro. As consequências acumulam-se até o inevitável dia em que se paga o preço das escolhas erradas.
Na verdade, pequenos erros parecem não fazer diferença nenhuma. No momento não parecemos fracassar. Alias, estes repetitivos erros ocorrem durante um longo período de prazer e de prosperidade das nossas vidas. Se nada de errado nos ocorre para chamar a nossa atenção, simplesmente passamos de um dia para outro repetindo erros, tendo pensamentos errados, ouvindo vozes erradas e fazendo más escolhas.
“Se o céu não caiu ontem, provavelmente nossas ações sejam inofensivas. Se não tem mensuráveis consequências, provavelmente sejam ações seguras”.
Não obstante, devemos nos tornar mais educados que este tipo de comportamento.
Se o céu caísse no final de cada dia que cometemos erros, de certeza que teríamos mais atenção com vista a não cometermos erros de forma repetida.
Infelizmente, o fracasso não chama atenção tal como pais o fazem por exemplo para uma criança que não tem noção do perigo de colocar sua mão no fogo. Esta é a grande razão pela qual cada um de nós deverá redefinir sua filosofia de vida de forma a estar disposto a fazer escolhas melhores.  Com uma poderosa filosofia pessoal guiando cada passo da nossa vida, nos tornamos mais cientes dos resultados dos nossos erros e sobretudo do impacto que esses mesmos erros têm nas nossas vidas.
E diferentemente da fórmula do fracasso, a fórmula do sucesso é bastante simples de seguir: são apenas simples práticas disciplinadas diárias.
Mas como podemos mudar de fórmula de erros para uma fórmula disciplinada rumo ao sucesso?
A resposta se encontra na importância que damos a nossa corrente filosofia de vida. Ambas fórmulas (fracasso e sucesso) envolvem futuras consequências, nomeadamente inevitável satisfação ou inevitável arrependimento resultado das ações passadas.
Mas que resultados teremos, ao desenvolvermos uma nova disciplina poucos minutos do nosso dia-a-dia?
Estaremos em melhores condições de prever consequências recorrentes dos erros do presente. Equipados deste tipo de informação, estaremos dispostos a mudar nossas ações rumo ao sucesso, orientados por uma disciplina. Em outras palavras, com disciplina vemos o futuro com vantagem, e nos tornamos mais dispostos a mudar nossos pensamentos desenvolvendo novos hábitos em substituição dos velhos.
Uma das mais interessantes coisas da fórmula do sucesso, é o facto de pequenas práticas disciplinadas, terem resultados imediatos. Se nos voluntariamos a mudar nossos erros todos dias, vamos colher experiências de resultados positivos num curto período de tempo. Quando decidimos mudar nossa dieta alimentar, em poucas semanas vemos bons resultados. Quando decidimos fazer leituras, em pouco tempo ganhamos conhecimento e nos tornamos mais confiantes. Portanto, independentemente do tipo de prática diária (disciplinada), sempre produzirá resultados positivos que conduzirão a desenvolvimento de novas disciplinas.
A real magia de novas disciplinas pessoais, está no facto de melhorar a nossa forma de pensar. Se nós começarmos hoje a ler um livro, a manter uma jornada, a ouvir e observar mais, o dia de hoje será o primeiro rumo a um futuro melhor.


Jim Rohm – Escritor, Empresário e Autor Motivacional americano. (17/09/1930 – 05/12/2009)